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Wearables

Fitbit Edge: o que traz a nova pulseira da Google e porque ainda não a podes reservar em Portugal

Ecrã maior, GPS mais preciso, sete dias de autonomia e, pela primeira vez numa Fitbit, uma bateria que se pode substituir. A nova pulseira da Google custa 179,99 dólares e chega às lojas a 27 de outubro, mas a Google Store portuguesa ainda não a mostra.

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Pulseira Fitbit Edge branca a carregar sobre uma mesa redonda de madeira, ao lado de um livro e de uma planta
Google

A Google tem uma nova pulseira de atividade com ecrã. Chama-se Fitbit Edge, foi apresentada a 12 de outubro e ocupa o espaço entre a Fitbit Air, sem ecrã, e os relógios Pixel Watch. Custa 179,99 dólares nos Estados Unidos, já pode ser reservada na Google Store e em retalhistas parceiros e chega às lojas a 27 de outubro. Há também uma edição especial criada com o basquetebolista Stephen Curry, por 219,99 dólares.

O anúncio da Google só indica o preço em dólares e não diz em que países a pulseira vai ser vendida. A imprensa especializada aponta para 179,99 euros na zona euro. A 13 de outubro, a Google Store espanhola já tinha a página do produto, mas a portuguesa continuava a mostrar apenas a Fitbit Charge 6 e os Pixel Watch. A marca não esclareceu se nem quando a Edge chega a Portugal.

Ecrã maior e bateria que se troca

A caixa é de alumínio reciclado e tem 11,5 milímetros de espessura. O ecrã OLED é, segundo a Google, o maior e mais brilhante que a marca já pôs numa pulseira, com mais 46% de área útil do que os modelos anteriores, e foi pensado para se ler ao sol. A autonomia anunciada é de até sete dias, e cinco minutos de carga chegam para um dia de uso quando a bateria está em baixo, desde que se use um carregador de 30 W, vendido à parte.

A novidade menos habitual está por dentro. A Google apresenta a Edge como a sua primeira pulseira de fitness reparável, com construção modular e bateria substituível. A resistência à água é de 5 ATM, com certificação IP68.

GPS mais preciso e um treinador que se paga à parte

O GPS integrado dispensa o telemóvel e é até 40% mais preciso do que nas gerações anteriores, de acordo com a marca. Há um altímetro para registar subidas, mais de 50 modos de exercício e reconhecimento automático de até 100 tipos de treino. Do lado da saúde, a pulseira mede o ritmo cardíaco em contínuo, a temperatura da pele durante a noite e a variabilidade cardíaca, e de manhã apresenta uma pontuação de recuperação. A aplicação de eletrocardiograma e as tendências de tensão arterial dependem do país, e a Google sublinha que são indicadores de bem-estar, não de diagnóstico.

O Google Health Coach, o treinador com inteligência artificial que interpreta os dados e adapta o plano de treino, exige a subscrição Google Health Premium. A compra inclui três meses, e depois paga-se. A pulseira funciona com Android 11 ou superior e com iOS 16.4 ou superior, através da aplicação Google Health.

Chega em quatro acabamentos (Obsidian, Fog, Olive e Canyon) e com várias braceletes, vendidas em separado.

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