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Hyundai

Novo Hyundai Tucson estreia-se na Europa com ecrã de 17 polegadas e versão N Line de 292 cv

A quinta geração do SUV familiar da Hyundai apareceu pela primeira vez na Europa no Salão de Paris, acompanhada da variante desportiva N Line. Cresceu por fora, ganhou um sistema multimédia baseado em Android e mantém motores a gasolina, híbridos e híbridos plug-in. Falta o preço e a data para Portugal.

Por · 2 min de leitura
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Hyundai Tucson N Line cinzento visto de frente num estúdio escuro, com a barra de luz horizontal acesa e jantes pretas
O novo Hyundai Tucson na versão N Line, apresentada no Salão de Paris. Hyundai

A Hyundai levou ao Salão de Paris o novo Tucson, que ali fez a estreia europeia, e aproveitou para revelar a versão N Line, de aspeto mais desportivo. O SUV tinha sido mostrado ao mundo a 1 de outubro e é um dos modelos mais importantes da marca na Europa, onde já vendeu mais de dois milhões de unidades desde 2004. A Hyundai não avançou preços nem datas de comercialização, pelo que ainda não se sabe quando chega aos concessionários portugueses.

Maior por fora, com Android no tablier

O Tucson cresceu em todas as direções. Passa a medir 4.560 mm de comprimento, 1.900 mm de largura e 1.670 mm de altura, o que representa mais 35 mm no comprimento e na largura e mais 20 mm na altura face à geração anterior. A marca anuncia até 695 litros de bagageira, um banco traseiro que desliza 150 mm e portas traseiras que abrem até 83 graus, em vez de 73, para facilitar o acesso.

A mudança mais visível no interior é o sistema multimédia Pleos Connect, baseado no Android Automotive, com um ecrã central de 17 polegadas. Por baixo do ecrã mantêm-se botões físicos para as funções mais usadas, uma opção que a Hyundai justifica com a redução das distrações. O assistente de voz Gleo AI vai buscar informação à internet em tempo real e o carro recebe atualizações de software à distância. Há ainda duas bases de carregamento sem fios de 15 W e quatro portas USB-C de 100 W.

Os modelos vendidos na Europa são fabricados na República Checa.

Três tipos de motorização

A gama anunciada para a Europa cobre três soluções, todas em torno do motor 1.6 T-GDi a gasolina:

  • Gasolina com sistema híbrido ligeiro de 48 V: 150 cv, caixa de dupla embraiagem de sete velocidades e tração dianteira.
  • Híbrido: 245 cv de potência combinada, bateria de 1,49 kWh, caixa automática de seis velocidades e tração dianteira ou integral.
  • Híbrido plug-in: 292 cv de potência total e bateria de 17,1 kWh, também com tração dianteira ou integral.

No plug-in, a Hyundai indica até 67 km de autonomia em modo elétrico quando o carro está equipado com as jantes de 20 polegadas da versão N Line. A capacidade de reboque chega aos 1.910 kg no híbrido e aos 1.810 kg no plug-in. A marca ressalva que os valores de consumo e de desempenho ainda não são finais e dependem da homologação. Não há versão Diesel na lista divulgada.

O que muda no N Line

A versão N Line não mexe na mecânica. Segundo a própria Hyundai, o foco está no desenho: para-choques específicos, saias laterais mais marcadas, duas saídas de escape, capas dos espelhos em preto brilhante e jantes de 20 polegadas exclusivas. Lá dentro, o ambiente é todo preto, com costuras vermelhas, bancos desportivos em pele e camurça têxtil e pedais metálicos.

Pode ser combinada com qualquer uma das três motorizações. Preços, níveis de equipamento e data de lançamento em Portugal ficam por anunciar.

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