Saltar para o conteúdo

Garmin

Garmin Edge 1060 chega a Portugal por 799,99 euros: ciclocomputador que obedece à voz e envia mensagens

O novo topo de gama da Garmin para bicicletas ganhou microfone, comandos de voz e mais quatro botões, e ficou mais leve. A marca lançou ao mesmo tempo os Edge Explore 3, mais simples, e o rolo de treino Tacx Nēra. Todos já têm preço na loja portuguesa.

Por · 2 min de leitura
Partilhar
Quatro ciclistas de estrada pedalam lado a lado numa estrada de montanha com picos nevados ao fundo; em primeiro plano, o ciclocomputador Garmin Edge 1060 mostra um mapa e um aviso de buraco na estrada
O Edge 1060 a perguntar se um buraco assinalado na estrada ainda lá está. Garmin

A Garmin apresentou a 20 de outubro o Edge 1060, o novo ciclocomputador de topo da marca, e já o vende em Portugal por 799,99 euros. A loja portuguesa indica entrega em sete a dez dias. A grande novidade é o microfone: o aparelho, que já tinha altifalante, passa a responder a comandos de voz e a enviar mensagens enquanto pedalas. No mesmo dia, a marca lançou os Edge Explore 3 e Explore 3 Plus, pensados para quem quer o essencial, e o rolo de treino inteligente Tacx Nēra, que custa 999,99 euros na loja portuguesa.

Voz, botões e um aparelho mais leve

Basta dizer "Okay, Garmin" para o Edge 1060 mudar o que está no ecrã, ler a frequência cardíaca ou outros dados do treino, sugerir um caminho até ao café mais próximo ou assinalar um buraco na estrada. Com o telemóvel ligado, também envia mensagens de voz através da app Garmin Messenger e lê em voz alta as que recebe. O DC Rainmaker, que já o testou, nota que as mensagens só chegam a quem também tem essa app e que cada gravação dura 30 segundos, sem forma de a terminar antes sem tocar no ecrã. A Garmin diz que os comandos de voz só funcionam em alguns idiomas, sem indicar se o português está incluído.

Por fora, o Edge 1060 ganhou quatro botões físicos, num total de sete, o que ajuda a usá-lo com luvas ou à chuva. Segundo o DC Rainmaker, o peso desce de 161 para 142 gramas e a caixa ficou mais pequena, enquanto o ecrã tátil de 3,5 polegadas, os 64 GB de armazenamento e a proteção IPX7 se mantêm. A porta USB-C passou para baixo, para ser mais fácil carregar o aparelho. A bateria promete o mesmo que no modelo anterior: até 20 horas na utilização mais exigente e até 60 horas no modo de poupança.

Navegação e o que chega depois

Nas rotas, há uma pré-visualização com distância, tempo estimado, trânsito e perigos reportados por outros ciclistas, alertas de estradas cortadas e a opção Free Flow, que procura percursos com menos paragens e cruzamentos. A função Up Ahead mostra os pontos de interesse mais próximos ao longo do caminho, como cafés ou casas de banho. O DC Rainmaker acrescenta que os segmentos Strava Live passam a funcionar em qualquer rota e que parte destas novidades de software vai chegar aos Edge 550, 850 e 1050.

Algumas funções ainda não estão prontas. Segundo o mesmo site, o envio de pontos de interesse do Google a partir de telemóveis Android chega a 3 de novembro, e a ligação direta ao ritmo cardíaco dos relógios Garmin fica para o primeiro trimestre de 2027.

Para quem não precisa de tanto, o Edge Explore 3 custa 399,99 euros e o Explore 3 Plus, que acrescenta microfone e altifalante, 499,99 euros. A Garmin anuncia até 16 horas de bateria no primeiro e até 14 horas no segundo, em uso intenso.

Partilhar

Newsletter

O essencial da tecnologia, em português, na tua caixa de correio. Deixa o teu email e recebes a primeira edição.

Artigos relacionados

Mais em Gadgets

Mais lidas nos últimos 7 dias

  1. Internet e AppsFalha elétrica num centro de dados da Google em Londres deixou a Revolut sem pagamentos nem transferências
  2. MobilidadeMetro de Lisboa com o cartão bancário: quanto custa a viagem e os erros que te fazem pagar a mais
  3. TelemóveisHandoff do iPhone: usar o mesmo número em dois iPhone já tem preço lá fora, mas não há operadora portuguesa
  4. Ciência e EspaçoAstronauta da ESA vem a Lisboa explicar o que o espaço faz ao corpo, numa conversa gratuita a 22 de outubro
  5. MobilidadeHíbridos plug-in emitem seis vezes mais CO2 do que o anunciado e custam 680 euros a mais por ano, diz a T&E